O estudo recente de
Fan et al. (2025) revela que esse fenómeno não se deve apenas à redução do transporte de calor oceânico causada pelo enfraquecimento da Circulação Meridional de Retorno Atlântica (AMOC), mas também a efeitos atmosféricos.
Modelos climáticos mostraram que um AMOC mais fraco provoca ar mais frio e seco na baixa troposfera, intensificando o arrefecimento da superfície. Entender o papel da AMOC, tanto na dinâmica oceânica, quanto nos seus impactos atmosféricos, é fundamental para prever mudanças futuras na região do Atlântico Norte.
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